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Os diferentes caminhos para a paz e resolução de conflitos

Desde projetos com atuação direta nas comunidades até a capacitação de jovens líderes e embaixadores, conheça as iniciativas internacionais do Rotary na busca pela compreensão internacional   Alcançar a paz não é uma tarefa fácil e pode exigir uma atuação em diversas frentes. Uma das áreas de enfoque e missões do Rotary, “Paz e Resolução de Conflitos” também é o tema que guia projetos e iniciativas da instituição no mês de fevereiro. “Esse é o momento em que o rotariano deve dedicar seu tempo e seu esforço para alertar a todos que não podemos, sob hipótese alguma, soltar as nossas mãos. Juntos somos sempre mais fortes e, estamos todos de mãos dadas, buscando a Paz, trabalhando pelo bom entendimento e pela Resolução de Conflitos”, incentiva Anaides Orth, Governadora do Distrito 4730* de Rotary International.  Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 80 milhões de pessoas estão deslocadas no mundo, como resultado de conflitos, violência e perseguição dos direitos humanos. O Rotary trabalha para lidar e resolver as causas destes conflitos — como pobreza, discriminação, tensões étnicas, falta de acesso à educação e desigualdade social. A instituição realiza ações de capacitação de jovens líderes, implementação de projetos comunitários de saúde e desenvolvimento econômico, mediadores e defensores de processos de consolidação da paz e reconstrução pós-conflitos, entre outros. Entre estas iniciativas estão o Grupo de Ação do Rotary Pela Paz - formado por rotarianos e para orientar associados e comunidade sobre como trabalhar pela paz no mundo -, projetos para ajudar pessoas refugiadas a restabelecerem suas vidas  e programas de intercâmbio e/ou educação, que ajudam a expandir o conhecimento sobre diferentes culturas e desenvolvem habilidades de resolução de conflitos — por exemplo, o programa Bolsas Rotary Pela Paz.    Leia também: Promoção da paz | Rotary International   Bolsas Rotary Pela Paz Desde que foram fundados, os Centros Rotary Pela Paz treinaram mais de 1.300 bolsistas no mundo inteiro para “se tornarem catalisadores da paz em suas carreiras”. Os integrantes do programa Bolsas Rotary Pela Paz participam de um treinamento acadêmico intensivo, com aplicação prática do aprendizado e networking. O programa oferece duas modalidades — Mestrado e Aperfeiçoamento Profissional — e é destinado para quem quer seguir carreira em relações internacionais, paz e/ou resolução de conflitos em nível local e mundial. “É possível trabalhar a paz de forma bem abrangente, de maneiras muito diferentes. Cada um dos cursos e universidades parceiras tem um nicho e linha de pesquisa bem definida, os candidatos selecionam aquela que mais se enquadra na sua área para expandir suas habilidades. Podemos ter alguém que trabalhe com saúde, violência da mulher, segurança nacional, entre outros”, explica Anna Jordão, responsável pelo programa “Bolsas Rotary Pela Paz” na Fundação Rotária do Distrito 4730. A bolsa de estudos também cobre integralmente a mensalidade e despesas de moradia. Todos os candidatos devem: ser fluentes em inglês; demonstrar sério compromisso com a paz e compreensão mundial, comprovado por meio de atividades de prestação de serviços comunitários e/ou realizações pessoais, acadêmicas e profissionais; ter excelentes habilidades de liderança; entre outras exigências. Caso não sejam aprovados durante o primeiro processo seletivo, os candidatos podem tentar participar do programa novamente.  As Bolsas Rotary Pela Paz já estão com as inscrições abertas para este ano! Interessados podem se inscrever até o dia 15 de maio de 2021, para mais informações basta acessar o link bit.ly/bolsa-pela-paz.   Leia também: Serviços Profissionais: como o Rotary incentiva a formação de líderes e promove talentos    Embaixadores pela Paz O objetivo central do programa Bolsas Rotary Pela Paz é formar e capacitar promotores e embaixadores da paz ao redor do mundo. Intercambista do Distrito 4730, Cinthia Gonçalvez afirmou, durante uma palestra em 2019, que “não é possível falar de paz sem mencionar conflito”. Gonçalvez foi bolsista do programa de Mestrado em Violência Política e Terrorismo em 2017, na Universidade de Bradford, Inglaterra. Acolhida pelo Distrito 1011, Cinthia relatou que teve a experiência enriquecida pela presença de 130 estudantes de 50 nacionalidades diferentes no programa de mestrado — sendo que nove deles eram também bolsistas do Rotary pela Paz. “Os bolsistas Rotary tiveram a disposição: uma equipe de professores super qualificada; estrutura de estudos com bibliotecas, computadores e salas de reuniões acessíveis 24 horas por dia; além de todo o suporte do Centro Rotary pela Paz, com organização de viagens e atividades extracurriculares para aplicação prática do conhecimento que era adquirido na sala de aula”, descreveu. Como objeto de estudo, Gonçalvez queria a entender a fundo como outras nações estavam lidando com questões de violência e como o policiamento poderia contribuir para a segurança em diversos contextos. Cinthia estava especialmente interessada nas relações entre polícia e comunidade, principalmente porque o Reino Unido — local de nascimento do policiamento comunitário — é considerado o lugar que melhor integrou os migrantes e os nacionais, a polícia e a comunidade, atuando acima de qualquer preconceito ou ideologia. A historiadora realizou estágios com a polícia de West Yorkshire e teve experiências de campo em diversos países. As experiências na Etiópia, em Israel e na Palestina resultaram em uma pesquisa qualitativa que embasou a dissertação da bolsista sobre a polícia comunitária etíope.  Neste ano, a equipe de comunicação do Distrito 4730 decidiu conversar com Cinthia novamente, para saber quais aprendizados do programa Bolsas Rotary Pela Paz permanecem presentes em sua vida e como estes conhecimentos auxiliam em projetos pessoais e profissionais na busca pela Paz e Resolução de Conflitos. Confira abaixo o resultado desta entrevista:   D4730: Quais foram seus principais aprendizados durante o intercâmbio para a Inglaterra? Cinthia: Os aprendizados certamente foram múltiplos. A começar pelo nível pessoal, aprendi a superar desafios que parecem simples, mas que foram grandes obstáculos desde o início, tais como: estudar numa universidade estrangeira, em uma língua não materna; adaptar-me aos hábitos e culturas de países diferentes em um curto espaço de tempo; ser uma estudante/pesquisadora, mulher, sozinha, em regiões de guerras e conflitos em andamento e em que eu não sabia falar e nem ler o idioma local... Tudo isso me fez crescer muito e em pouco tempo. É algo que levo para a vida toda e que me faz pensar que não há desafio que eu não possa superar. Em termos profissionais, foi particularmente interessante observar a relação da população inglesa com a segurança pública, em especial, com a polícia comunitária. O senso de coletividade, de uma segurança pública sistêmica, da qual todos (do Estado aos cidadãos) fazem parte e pela qual todos são responsáveis, certamente me inspirou a buscar soluções não-violentas para os meus desafios cotidianos como policial civil aqui no Paraná. Por fim, a nível acadêmico, compreendi — com professores brilhantes — que as raízes dos mais diversos conflitos (alguns dos quais presenciei durante minha experiência de campo) encontram-se ligadas a fenômenos conexos, tais como: desigualdade, marginalização, desastres ambientais, e o “paradigma de controle” — das chamadas “forças imperialistas” sobre os países em desenvolvimento. Podemos afirmar, de forma simplificada, que essa cadeia está na base de violências das quais ouvimos falar nos jornais todos os dias – o terrorismo, o narcotráfico, as crises de refugiados, os crimes contra a vida e o patrimônio nos grandes centros urbanos, entre outras – e compreendê-la (bem como compreender a nossa responsabilidade como cidadão do mundo, como parte de uma comunidade que necessita de um senso de coletividade) é passo fundamental para mudar essas realidades.   D4730: No seu retorno ao Brasil, você sentiu mudanças geradas por esses aprendizados na sua vida pessoal, profissional e/ou acadêmica? Se sim, como eles influenciaram essas mudanças? Cinthia: Sem dúvidas, minha forma de compreender a segurança pública se transformou completamente, ainda mais no tocante a um cenário tão peculiar em termos de violência quanto o Brasil. Contudo, o maior desafio tem sido justamente o de encontrar acolhimento para essa visão, uma vez que muitos ainda insistem em encarar os problemas de violência no Brasil sob a perspectiva de “guerra” (ex: “guerra contra o tráfico”), quando, na verdade, guerras são formas de violência muito diferentes. Tenho feito de minha missão diária a abordagem da violência sob o prisma estrutural, estratégico, em que as polícias devem buscar, juntamente com os demais poderes e com a população, soluções não violentas para a prevenção de crimes e de conflitos. Na prática, isso envolve uma mudança metodológica não apenas do policiamento em nosso país, como também de políticas públicas ligadas à segurança, à educação, ao saneamento básico, à saúde, etc. E, obviamente, tais transformações levam tempo.   D4730: Em 2019, você comentou que ao retornar foi convidada a participar de alguns projetos como a formação dos policiais da Escola Superior de Polícia Civil, o programa Peace Ambassadors (no Instituto Peace Economics em Sydney, Austrália) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Como foi (ou se elas ainda estão acontecendo, como é) participar destas iniciativas? Cinthia: Eu terminei o programa do Institute for Economics and Peace (IEP) ano passado. Apesar de ter acontecido à distância, foi uma formação interessantíssima, pois me possibilitou não apenas mensurar os custos absurdos dos conflitos no mundo, como também ter um panorama dos custos baixíssimos da Paz. Além disso, o curso me proporcionou uma visão mais crítica dos critérios para medir tais índices — por exemplo, o IEP não leva em conta a violência contra mulheres, algo que é imperativo que seja contabilizado no Brasil. Os frutos deste aprendizado deverão surgir em 2021, pois o IEP acabou de nomear um representante no Brasil para unir os Peace Ambassadors locais em projetos ligados às suas respectivas áreas de atuação. No meu caso, tive um convite para desenvolver estudos acerca do financiamento do terrorismo nas regiões de fronteira com o Brasil e apresentar novas metodologias de combate a este crime às forças policiais. Quanto ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, continuo como membro contribuinte e tenho sido uma das colaboradoras de suas diversas pesquisas no estado do Paraná. Já acerca da formação de policiais civis, ela ainda está suspensa pois não tivemos novos concursos desde o meu retorno. Contudo, há perspectivas para que aspirantes ingressem na Polícia Civil do Paraná ainda em 2021, então, aguardo ansiosamente pela oportunidade de contribuir com a formação deles. Outra novidade é o magistério, pois tenho recebido propostas de instituições de nível superior para lecionar em graduações e pós-graduações, algo que estou esperançosa que aconteça em 2021.   D4730: Atualmente, você participa ou executa um projeto relacionado a sua experiência no programa Bolsas Rotary Pela Paz? Se sim, poderia compartilhar sobre como o projeto funciona e qual seu objetivo principal? Cinthia: Logo que retornei da Inglaterra, fui transferida do Grupo TIGRE (especializado em crimes de extorsão mediante sequestro) para a Agência de Inteligência da Polícia Civil do estado do Paraná. Pela natureza do trabalho, infelizmente não posso compartilhar detalhes da atuação nesta nova unidade, mas, de forma geral, minhas funções têm sido identificar, avaliar e acompanhar ameaças reais ou potenciais na esfera de Segurança Pública, produzindo e salvaguardando conhecimentos necessários a subsidiar a tomada de decisões em níveis políticos e estratégicos; além de subsidiar a produção de provas nas investigações policiais conduzidas pelo nível operacional, e de subsidiar ações para prever, prevenir, neutralizar e reprimir atos criminosos de qualquer natureza que atente à ordem pública, à incolumidade das pessoas e do patrimônio. Meu principal objetivo tem sido o foco na prevenção e na resolução não-violenta de conflitos, colocando em prática as metodologias obtidas através dos estudos, das pesquisas e dos estágios no programa Bolsas Rotary pela Paz.    D4730: Gostaria de acrescentar algo? Cinthia: Deixo meus mais profundos agradecimentos a todos os que me incentivaram a concorrer às Bolsas Rotary pela Paz, a todos os amigos do Distrito 4730 que acreditaram em mim e a todos que fazem parte deste projeto tão transformador. Espero poder retribuir à altura, em esforços igualmente transformadores, a toda a sociedade através do meu trabalho.      Para conhecer mais sobre a experiência de Cinthia Gonçalvez no programa Bolsas Rotary Pela Paz, leia também: Intercâmbios do Rotary geram embaixadores pela paz  Confira também: Saiba mais sobre as Bolsas Rotary pela Paz | Meu Rotary Guia de inscrição à Bolsa Rotary pela Paz | Meu Rotary Teste de elegibilidade - Bolsas Rotary pela Paz | Meu Rotary __________ * Distrito 4730 é a área administrativa do Rotary International que compreende Curitiba, Região Metropolitana, Litoral e Campos Gerais do Paraná. ** Devido a pandemia, as viagens de todas as modalidades de intercâmbio do Rotary estão temporariamente paralisadas.

Conheça o aplicativo Rotary Connect: o aliado dos clubes na gestão dos eventos

5ª Pizza Solidária promovida pelo Rotaract Club de Curitiba Bom Retiro será o piloto da iniciativa inovadora de vendas e de conexão com a comunidade   Modernidade, economia e solidariedade: esse é o Rotary Connect! Desenvolvido pelo Distrito 4730*, o objetivo do aplicativo é criar uma plataforma segura, rápida e prática para conectar a comunidade com serviços, eventos e ações da instituição. Pelo menos 1% do valor bruto de toda compra realizada no aplicativo será automaticamente destinado para a Fundação Rotária**, ajudando a financiar projetos humanitários, sociais e educacionais no mundo inteiro. Estreando o aplicativo, a 5ª Pizza Solidária irá vender de 08 a 17 de fevereiro deliciosos combos por meio da plataforma, com entregas delivery no dia 21 de fevereiro.   “O aplicativo é um canal importantíssimo para estarmos perto da comunidade. Quando um cidadão comprar pelo Rotary Connect, terá acesso a outros eventos que estejam acontecendo”, explica André Pepino, rotariano e dono da ioMob Tecnologia, desenvolvedora do app. Com a ferramenta, os clubes podem realizar vendas via pagamentos eletrônicos sem precisar pagar mensalidades adicionais de modo fácil, seguro e sustentável - evitando a emissão de convites físicos -, além de acompanhar em tempo real a quantidade de itens vendidos. O aplicativo está disponível para download nos sistemas Android e iOS, oferecendo duas opções de pagamento: cartão de crédito e boleto.    Leia também: Rotary e Meu EstaR unem forças no combate à Covid-19   O Distrito 4730 é o primeiro brasileiro a contar com um aplicativo próprio para gerenciar os eventos distritais e de clubes e contribuir com a Fundação Rotária. “Nosso Distrito deu um salto tecnológico com o aplicativo. Agilizamos nossos eventos e estamos mais perto da comunidade”, comemora Anaides Orth, Governadora do Distrito 4730.   AÇÃO PILOTO DO APLICATIVO Promovida pelo Rotaract Club de Curitiba Bom Retiro, a 5ª Pizza Solidária será o primeiro evento a utilizar a plataforma. Para participar e contribuir, basta instalar o aplicativo e fazer o pedido de um dos combos de pizza. “É uma excelente oportunidade para que os companheiros se cadastrem e conheçam a ferramenta”, afirma André Pepino. As vendas dos combos começaram nesta segunda-feira (08) e vão até o dia 17 de fevereiro, com entregas delivery para Curitiba no dia 21 de fevereiro. Todo lucro arrecadado será utilizado na compra de material escolar para crianças carentes. O próximo evento a utilizar a ferramenta será a Festa das Nações.   Saiba mais sobre o evento em: rotaryconnect.app/5a-pizza-solidaria/   5ª Pizza Solidária | Rotaract Club de Curitiba Bom Retiro | Distrito 4730 Vendas dos combos: de 08 a 17 de fevereiro de 2021. Onde comprar: Rotary Connect - Android e iOS. Entrega delivery: domingo, 21 de fevereiro de 2021 (Apenas em Curitiba) | Frete: R$ 8,00. Formas de pagamento: cartão de crédito ou boleto.   ________________   * O Distrito 4730 é composto pela região de Curitiba e Região Metropolitana, Litoral e Campos Gerais do Estado do Paraná. ** A Fundação Rotária (TRF) é o  braço filantrópico do Rotary, criado para fins humanitários e educacionais, que lidera esforços de acabar com a pólio e promover a paz. Rotarianos e amigos do Rotary apoiam o trabalho da Fundação através de contribuições voluntárias. A Fundação trabalha para acabar com a pólio, financia projetos através de subsídios e assume outras iniciativas globais.  

Rotary amplia projeto “Banco Ortopédico” na cidade de Palmeira

Iniciativa empresta gratuitamente equipamentos para comunidade    Em parceria com o Banco Sicredi (Sistema de Crédito Cooperativo), o Rotary Club de Palmeira expandiu os equipamentos disponíveis para o projeto “Banco Ortopédico”. Na semana passada, 20 aparelhos foram entregues na sede do clube, durante uma cerimônia que reuniu a presidente do Rotary Clube de Palmeira, Edna Vanessa Mayer; o prefeito Sérgio Belich; a Governadora do Distrito 4730*, Anaides Pimentel da Silva Orth; a gerente da Sicredi, Denise Hoinaski Schamne; e o Diretor Executivo da Sicredi Campos Gerais, Márcio Zwierewicz. A ampliação do “Banco Ortopédico” aconteceu por meio de recursos do Fundo Social da Agência Sicredi de Palmeira, um investimento total de R$ 8.200.   Implantado em 2020, o projeto realiza o empréstimo gratuito de equipamentos para a comunidade de Palmeira e região que não tenha condições financeiras para a aquisição. Segundo Edna Mayer, o clube identificou a necessidade no município e se inspirou em iniciativas semelhantes de outros Rotary Clubs do Distrito 4730. “Começamos devagar, mas o projeto teve uma repercussão grande e a demanda aumentou muito também. Agora com a ampliação dos equipamentos, seremos capazes de atender toda a fila de espera”, explica a presidente. Para emprestar equipamentos do Banco Ortopédico, é preciso ter encaminhamento médico e entrar em contato com o Rotary Club de Palmeira ou com o Escritório de Contabilidade Ideal, por meio do telefone (42) 3252-1347.   Leia também: Banco Ortopédico - Rotary Club de Palmeira   Mais de 50 pessoas já utilizaram os equipamentos ortopédicos, que são devidamente higienizados antes de um novo empréstimo. Desde o lançamento, a iniciativa tem sido divulgada no jornal impresso da cidade, nas rádios locais e nas redes sociais — Facebook (bit.ly/3tDlZQj) e Instagram (@rotaryclubpalmeira). Em entrevista à Rádio Ipiranga, a coordenadora do projeto, Geise Begosso, destacou o  impacto do Banco Ortopédico em Palmeira. “Quando inauguramos o Banco Ortopédico não tínhamos noção de quantos palmeirenses íamos beneficiar com esse projeto. E foi uma alegria para nós ver que o pessoal estava emprestando, estava devolvendo, estava fazendo a manutenção dos aparelhos. De um falar para o outro foi tomando uma proporção nosso projeto que quase todo dia alguém pede e devolve. Somos indicados até para outras cidades”, contou.   Ampliar o projeto para atender o aumento da demanda foi resultado de uma parceria com a agência do Banco Sicredi em Palmeira. No total, foram investidos R$ 8.200 na compra de 20 novos equipamentos para o Banco Ortopédico. Também em entrevista à Rádio Ipiranga, a gerente da Sicredi, Denise Schamne, enfatizou como a colaboração dos associados do banco possibilitou a aquisição dos novos itens. “[A expansão] foi executada através do Fundo [Social], em que os associados votam e direcionam [recursos] para alguma ação na comunidade. É uma ação realizada por meio de uma junção de boas ações do Rotary, do Sicredi e dos nossos coordenadores de núcleo, que nos apoiaram. Para 2021 com certeza teremos projetos muito bonitos”, afirmou. Edna Mayer ressalta a importância do apoio do Sicredi: “A agência auxilia muito a comunidade, o Sicredi tem participado de todos os projetos do nosso clube nesta gestão. Gostaria de agradecer em especial pela parceria e apoio na ampliação do Banco Ortopédico”.   Governadora do Distrito 4730, Anaides Orth também destaca a relevância e a necessidade de unir forças em prol da comunidade. “O Rotary não faz nada sozinho. Trabalhamos em parceria com poder público, com poder privado e isso é muito importante. Somente juntos  poderemos atender cada vez mais aqueles que necessitam, aumentar as oportunidades para essas pessoas”, reflete.   Banco Ortopédico | Rotary Club de Palmeira | Distrito 4730  Contato para empréstimo de equipamentos: Escritório de Contabilidade Ideal - (42) 3252-1347 | Rotary Club de Palmeira Facebook - bit.ly/3tDlZQj ou Instagram - @rotaryclubpalmeira ________________   * O Distrito 4730 é composto pela região de Curitiba e Região Metropolitana, Litoral e Campos Gerais do Estado do Paraná.

Distrito 4730 convoca Assembleia Geral Extraordinária

A Governadora Distrital 2020-21, Anaides Pimentel da Silva Orth, anunciou hoje (05) a convocação para uma Assembleia Geral Extraordinária no dia 27 de fevereiro. A reunião será realizada na plataforma online GoToMeeting, começando com a 1ª convocação às 09:30 horas e a 2ª convocação com início às 10 horas. A Assembleia Geral deve deliberar sobre diversas pautas, incluindo redefinir o valor da contribuição per capita para o Fundo Distrital e aprovar a criação de um Fundo para Emergências.  Para garantir o direito de votar, os 78 Rotary Clubs do Distrito 4730 precisam estar em dia (parcelas vencidas) com suas obrigações com o Rotary International, Fundo Distrital e Revista Rotária. Essa verificação será concluída antes da abertura da 1ª convocação. Os clubes que não estiverem em dia, serão declarados impedidos de exercerem o voto até às 10 horas da manhã, segundo levantamentos a cargo do tesoureiro distrital, Carlos Deodoro Vilela da Silveira.   Mais informações estão disponíveis em: Edital de Convocação - Assembleia Geral Extraordinária.pdf

O trem de fevereiro já vai chegar!

Mensagem para o mês de fevereiro da Governadora do Distrito 4730 do Rotary International, Anaides Pimentel da Silva Orth Nosso trenzinho está entrando no território de fevereiro. Vem apitando de longe para alertar que traz algo importante em seu carregamento. Está repleto do Desejo de Paz. Este ano, o Trem de Fevereiro está chegando diferente: Não vem fantasiado para Carnaval mas, vem vestido de Esperança! Em Rotary, fevereiro é o mês de buscar a Paz. É a nossa oportunidade máxima de trabalhar em prol da Prevenção e Resolução de Conflitos e, em nenhum momento, um tema foi tão apropriado para o momento em que vivemos. A chegada das vacinas nos diferentes cantos do planeta nos faz lembrar que o mundo é um só.  Humanidade também é uma só. A humanidade somos todos nós. E, todos nós queremos a Paz. A chegada das vacinas nos enche de esperança e alegria. Porém, pela própria natureza humana, imprime também, ansiedade e muitas vezes, disputas desnecessárias e conflituosas. Esse é o momento em que o rotariano deve dedicar seu tempo e seu esforço, para alertar a todos que, não podemos sob hipótese alguma, soltar as nossas mãos. Juntos somos sempre mais fortes e, estamos todos de mãos dadas, buscando a Paz, trabalhando pelo bom entendimento e pela Resolução de Conflitos. É tempo de Esperança e também, tempo de Temperança.   Suba no trem. Vem logo! Não solte a mão e pule para dentro! Vamos em direção aos nossos Clubes e em direção aos nossos amigos e familiares.  Você, sua família e seu Clube, podem fazer isso. Vamos trabalhar pela Paz na Família e no Mundo. Vamos Resolver os Conflitos que puderem ser resolvidos e fazer do mundo um lugar cada vez melhor.

Doze dicas do Rotary para 2021

Mensagem para o mês de fevereiro do Diretor de Rotary International 2019-21, Mário César Camargo Depois de um ano aziago (recebi várias manifestações sobre a palavra na mensagem de Natal aos rotarianos enviada pelo WhatsApp), começamos 2021 como sempre: com ameaças e oportunidades. Logo no dia 6 de janeiro, uma manifestação em Washington por partidários do presidente Donald Trump ameaçou os limites da democracia americana, farol do Ocidente. Por outro lado, o da oportunidade, cresce a onda de imunização ao redor do mundo. O Brasil, retardatário, começou em janeiro a vacinação, um tema sobejamente dominado pelos rotarianos, experientes em campanhas contra a pólio.  Minha contribuição ao início deste ano: 12 dicas aos rotarianos do Brasil e da América do Sul para 2021. Desculpem-me antecipadamente os clichês, mas não há muito o que inventar para ser feliz.  Proteja-se. Use máscara, evite aglomerações desnecessárias, lave as mãos. Perdemos muitos líderes rotários em 2020. Os rotarianos são nosso maior patrimônio e sua saúde é nossa primeira prioridade.  Conecte-se. Não abandone seu clube, participe das reuniões virtuais. Relações entre rotarianos são duradouras, uma pandemia não vai seccionar nossos laços. Entenda que o Rotary não se limita ao seu clube, mas a 36 mil deles em todo o planeta.  Inspire. Rotarianos são modelos de comportamento, testados nos caminhos da vida, gente de resiliência. Nossas atitudes são observadas, somos um antídoto contra a onda de pessimismo que grassa no mundo.  Desafie. Rotarianos são timoneiros que dirigem a embarcação em águas revoltas e alcançam o porto. Como disse Nietzsche, desafios não nos matam: eles nos fortalecem. Aproveitem a oportunidade para descobrir seus novos talentos. Abra oportunidades. Somos gente que pensa fora da caixa, que cria e inventa soluções para problemas e não fica chorando sobre eles. Diante da adversidade, crie novas formas de captação de fundos, de associados, de conexão (agora virtual).  Viaje pelo mundo. Nunca tivemos tantas opções de reuniões virtuais e de desenvolvimento de relações para quando o planeta voltar ao presencial. Disponibilize-se para participar de reuniões ao redor do globo: essas amizades valerão muito no fim de 2021.  Aprenda novas culturas, rotárias ou gerais. Eu, por exemplo, estou aprendendo italiano, língua de minha avó. Use seu tempo para ler mais, conhecer mais, aprender mais. Tanto de cultura quanto do Rotary, que tem uma história rica de personagens inspiradores e feitos positivos para a humanidade.  Sirva. Nosso lema mais sintético, poderoso e influenciador é Service Above Self.Tudo o mais no Rotary deriva dele, pois o altruísmo é a raiz de nossa organização. Não recuse chances de servir, de deixar um legado para outrem, de sair de sua pequenez individual. Não pense somente no que está deixando para os outros, mas “nos” outros.  Discipline-se. Sem o controle do espaço físico por outrem, seu trabalho agora é autodisciplina. Fixe metas pessoais, profissionais, rotárias, educacionais e trabalhe com persistência. “A prática faz a perfeição”. Um pouco de qualquer atividade, diariamente, produz resultados de campeões.  Reinvente-se. Que outra oportunidade teremos de testar novos caminhos, de sair do trilho já percorrido, de refletir (tempo bastante há) sobre nossa trajetória e questionar dogmas calcificados? O compasso de mudança foi exponencializado pela pandemia. Você vai surfar na onda ou ser afogado por ela?  Valorize o que é seu. Uma lição clara da pandemia é que corremos muito o tempo todo por coisas que nem sempre merecem nosso esforço. Família, amigos, um dote culinário, um talento esquecido ou o programa de exercícios há muito abandonado subitamente adquirem relevância primordial. E, por último, o mais importante:  Vacine-se. Lição da pandemia: ainda que a ciência abrigue controvérsias, ela é o único caminho lógico para a sobrevivência humana. O Rotary conhece o poder das vacinas, afinal salvamos 16 milhões de crianças da morte ou da deficiência desde 1985 por meio da imunização contra a poliomielite.  Uma das famosas e infames leis de Murphy é “não há nada ruim que não possa piorar”. Se 2020 foi um ano ruim, 2021 está em nossas mãos para melhorar. Modestamente, essas 12 dicas são minha contribuição para um ano mais iluminado, solidário e produtivo.

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